"Blog Econômico" www.MMPrybicz.com.br - Meu Blog versa sobre vários assuntos, inclusive Economia e Redes Sociais, tudo que se refere a pessoas (seres humanos,sua essência e seus valores)! Em tempos modernos, a Economia tem um destaque principal! A união da burguesia com o proletariado, no sentido da cooperação mútua e não a exploração através do trabalho! - Economia e Direito são complementares e compatíveis. O Direito incorpora-se em nossos campartilhamentos! Curitiba - Paraná - Brasil.
domingo, 16 de novembro de 2014
Fly me to the moon - Diana Krall (TRADUÇÃO)
Homenagem ao meu aniversário! 16/11/2014
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros;
Disciplina: Gestão de Negócios;
- Autonomia em Consultorias em Geral.
O que é Sustentabilidade? Veja e entenda!
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sábado, 15 de novembro de 2014
BRASIL E ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA) COM CERTA SEMELHANÇA NA DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL!?
A crescente desigualdade na distribuição de renda nos EUA e as barreiras à mobilidade social afetam o conjunto da população, mas, em geral, atingem de forma mais dura as minorias. Antes da eclosão da crise em 2007, a renda média de uma família branca era de 135.000 dólares (cerca de 300.000 reais), em um número muito inflado pelos mais ricos; enquanto isso, a de uma família afro-americana era de 12.000 (aproximadamente 27.000 reais), segundo um estudo de Darrick Hamilton, professor de economia da The New School em Nova York. Isso significava que, para cada dólar de riqueza de uma família branca, uma negra acumulava nove centavos. Mas depois da crise essa diferença se multiplicou: cinco centavos para cada dólar. E saiu à luz um distanciamento ainda maior: 85% das famílias negras e latinas desfrutam de uma renda total inferior à média de todos os brancos.
A população é muito consciente da brutalidade dessas divergências. Segundo uma pesquisa de 2013, 57% dos brancos consideram que existe algum tipo de discriminação para os negros, enquanto entre os negros essa proporção sobe para 88%. Mas o que, definitivamente, explica essas tristes diferenças econômicas? "Enquanto quase não houve redução na desigualdade de renda nos últimos 50 anos, houve uma melhora trabalhista até meados dos anos 70 graças a várias leis, programas de afirmação e melhorias no acesso à educação", aponta Hamilton, por telefone. "Mas desde então a desigualdade se manteve por uma falta de ênfase contra a discriminação". Em paralelo, influíram os outros fatores que, de modo geral, ajudaram a aumentar a desigualdade no país, como o colapso dos sindicatos, o auge da concorrência global, a divergência salarial ou os elevados ganhos de capital, que beneficiaram os mais ricos.
Fonte: El País
Ctba, 15/nov/14
Maria Prybicz
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
A INDEPENDÊNCIA DA EQUIPE ECONÔMICA!
Todos nós, brasileiros, desejamos, neste momento, que a senhora (Dilma Rousseff), seja iluminada ao escolher sua nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, que resgate a confiança e credibilidade ao seu governo e que, acima de tudo, esteja comprometida com uma nova agenda de estabilidade e crescimento para o nosso país.
Isto é o que hoje o Brasil, ansiosamente, aguarda e espera.
Fonte: Marta Suplicy
Ctba, 12/nov/14
Maria Prybicz
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domingo, 9 de novembro de 2014
Roberto Requião critica decisão da Câmara de derrubar Política de Partic...
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sábado, 8 de novembro de 2014
A AUTONOMIA COM MAIOR INFLUÊNCIA PARA O PT!
A autonomia, para nós, é um valor importante. O PT geriu o poder com uma linha de “new-desenvolvimentismo”, mais progressista do que o neoliberalismo, mas baseada em um pacto de conciliação entre grandes bancos, capital financeiro e setores sociais mais pobres.
A operação de redistribuição da renda favoreceu a todos, mas principalmente os bancos. Agora, porém, esse pacto não funciona mais, as expectativas populares cresceram.
O ensino universitário, por exemplo, integrou 15% da população estudantil, mas os 85% que ficaram de fora pressionam para entrar. Só que, para responder a essa demanda, seria preciso ao menos 10% do PIB, e, para levantar recursos desse tamanho, se romperia o pacto com as grandes empresas e os bancos.
Hoje visamos a uma reforma agrária integral, e a nossa luta diz respeito a todos. Por isso, é preciso uma ampla aliança com os operários, os consumidores e também com a Igreja. Somos aliados de qualquer pessoa que deseje a mudança.
Fonte:João Pedro Stedile olha a primeira página do jornal Il Fatto Quotidiano em que se vê Maurizio Landini enfrentando a polícia. “Um líder sindical sem gravata? Sério?”
Ctba, 08/nov/14
Maria Prybicz
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
A ESSÊNCIA DO EMPREENDORISMO - A IMPORTÂNCIA DAS PESSOAS EM SI, CRIATIVAS E NÃO O SEU CREDO, PARTIDO POLÍTICO E/OU SITUAÇÃO FINANCEIRA!
Falar de mudança no Vale do Silício é como falar de pão em uma padaria: é o que se faz por lá. Disso vivem, só nisso pensam, e a isso dedicam o imenso talento que ali se concentra e a inimaginável quantidade de dinheiro pronto para apostar nas ideias mais audazes.
É a cultura inerente ao Vale do Silício: a ambição, a busca por grandes números de usuários, a propensão ao solucionismo, ou seja, a hipótese de que todo problema tem solução, e que muito provavelmente essa solução implica o uso da Internet.
É uma cultura de jovens, de gente que vem de todas as partes do mundo, onde o que importa é o que alguém sabe ou o que alguém pode inventar, não onde nasceu, a cor da sua pele, seu sotaque, como se veste ou quem são seus pais.
É a meritocracia mais intensa que já vi. Também é uma cultura que desdenha do Governo, das organizações hierárquicas e centralizadas.
Por outro lado, venera a informalidade, a agilidade, a mobilidade, a inteligência e sobretudo a propensão ao risco e, mais concretamente, o fato de não ter medo do fracasso.
Enquanto em outras culturas um fracasso deixa uma marca negativa e indelével na reputação de uma pessoa, no Vale do Silício o fracasso é visto como uma valiosa aprendizagem que ajuda a evitar futuros erros.
Cabe também destacar que o Vale do Silício poderia ser chamado de vale dos homens: o número de mulheres é surpreendentemente baixo (o que é uma pena que as mulheres ainda não aderiram).
É a cultura inerente ao Vale do Silício: a ambição, a busca por grandes números de usuários, a propensão ao solucionismo, ou seja, a hipótese de que todo problema tem solução, e que muito provavelmente essa solução implica o uso da Internet.
É uma cultura de jovens, de gente que vem de todas as partes do mundo, onde o que importa é o que alguém sabe ou o que alguém pode inventar, não onde nasceu, a cor da sua pele, seu sotaque, como se veste ou quem são seus pais.
É a meritocracia mais intensa que já vi. Também é uma cultura que desdenha do Governo, das organizações hierárquicas e centralizadas.
Por outro lado, venera a informalidade, a agilidade, a mobilidade, a inteligência e sobretudo a propensão ao risco e, mais concretamente, o fato de não ter medo do fracasso.
Enquanto em outras culturas um fracasso deixa uma marca negativa e indelével na reputação de uma pessoa, no Vale do Silício o fracasso é visto como uma valiosa aprendizagem que ajuda a evitar futuros erros.
Cabe também destacar que o Vale do Silício poderia ser chamado de vale dos homens: o número de mulheres é surpreendentemente baixo (o que é uma pena que as mulheres ainda não aderiram).
Fonte: Moisés Naim
Ctba, 03/nov/14
Maria Prybicz
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- Maria Madalena Prybicz
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