quinta-feira, 10 de abril de 2014


MICO DA SEMANA! - Ontem fiquei com o carro enguiçado em plena Av. Kennedy c/todo movimento às 07h45, lotado de carros passando, apagou, eu dava partida e não pegava, o freio ficou emperrado, coloquei em ponto morto e deixei descer até o acostamento de retorno! Liguei o pisca alerta e mesmo assim alguns carros paravam atrás! Nossa, foi difícil, chamei o guincho e ainda bem que veio rápido e levou o carro até a Metrosul, para avaliar o que teria acontecido? Combustível batizado! - Aí você pergunta? O que isto tem haver com a economia? Ora, tudo haver realmente, se o mercado estivesse correto, isto, não deveria ter acontecido! Ctba,10 abr/14 Maria Prybicz

terça-feira, 8 de abril de 2014


- UCRÂNIA OF CHANGE! - - Os EUA seguem apostando no diálogo para mitigar a tensão e tratar de buscar uma solução negociada para a crise. O Departamento de Estado anunciou que Kerry e Lavrov consentiram em iniciar nos próximos dez dias uma rodada de negociações diretas que incluam os EUA, Rússia, Ucrania e a União Europeia para buscar diminuir a tensão na zona. Seu encontro imprevisto de Paris há uma semana não conseguiu avanços concretos, embora ambos os dirigentes tenham tentado a via diplomática. Desde então, os dois mandatários mantiveram conversas fluídas para tratar de aproximar as posturas. Washington pede a retirada de todas as tropas russas da Ucrânia e da fronteira, um controle internacional da situação e conversas diretas entre Kiev e do Kremlin; Moscou a federalização do país vizinho. Fonte:EDICIONES EL PAÍS, S.L. Ctba, 08/abr/14 Maria Prybicz

domingo, 6 de abril de 2014


ECONOMIA: TAXA DE JUROS/POUPANÇA/FUNDOS E INVESTIMENTOS! Perda de rentabilidade faz captação da poupança cair 70% em março Por outro lado, a caderneta de poupança registrou em março captação líquida positiva pelo 25º mês consecutivo a alta dos juros, que tem elevado a rentabilidade dos fundos de investimento, continuou a reduzir o interesse pela poupança. Segundo números divulgados pelo Banco Central (BC), os brasileiros depositaram R$ 1,79 bilhão a mais do que retiraram da caderneta em março. A captação líquida (diferença entre depósitos e saques) caiu 70% em relação ao mesmo mês de 2013 e atingiu o menor nível para meses de março desde 2011. Por outro lado, a caderneta de poupança registrou em março captação líquida positiva pelo 25º mês consecutivo. Com o resultado do mês passado, que inclui ainda R$ 3,013 bilhões de rendimentos creditados, o saldo total da poupança chegou a R$ 612,911 bilhões, ante R$ 608,108 bilhões no fim de fevereiro. Em um primeiro momento, as sucessivas elevações dos juros básicos da economia, iniciadas em abril do ano passado, tornaram a poupança mais atraente, porque o rendimento da caderneta aumentou quando a taxa Selic – juros básicos da economia – voltou a ficar acima de 8,5% ao ano. No entanto, os novos reajustes da taxa Selic, atualmente em 11% ao ano, tornaram os fundos de investimento mais rentáveis, apesar de a poupança não pagar impostos nem taxa de administração. Segundo levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), somente nos casos em que os fundos de investimento cobram altas taxas de administração, a partir de 3% ao ano, a poupança torna-se mais vantajosa. Para taxas de 2,5% ao ano, a caderneta só rende mais que os fundos em aplicações de até um ano. Para taxas inferiores a 2,5%, os fundos são mais rentáveis em todas as situações. Pelas simulações da Anefac, com o atual nível da taxa Selic, uma aplicação de R$ 10 mil na poupança rende 6,55% ao ano, o que representa rendimento de R$ 655 ao fim de 12 meses. A mesma quantia, aplicada em fundos de investimentos, rende de R$ 693 (com taxa de administração de 2% ao ano) a R$ 834 (com taxa de administração de 0,5% ao ano). Pela regra atual, quando a taxa Selic está maior que 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a Taxa Referencial (TR), tipo de taxa variável. Essa fórmula está em vigor desde agosto do ano passado, quando a Selic foi reajustada para 9% ao ano. Quando os juros básicos da economia estão iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende 70% da taxa Selic mais a TR. A fórmula só vale para o dinheiro depositado na poupança a partir de 4 de maio de 2012. Para os depósitos anteriores, o rendimento segue a regra antiga, de 0,5% ao mês mais a TR. Os demais direitos de quem aplica na caderneta foram mantidos, como a isenção de taxa de administração e de impostos. Fonte: GP Ctba, 05/abr/14 Maria Prybicz

quinta-feira, 3 de abril de 2014


Taxa de juros Copom eleva Selic pela 9ª vez seguida: 11% É o maior nível desde janeiro de 2011, época em que a presidenta Dilma Rousseff tomou posse, quando a taxa estava em 10,75% ao ano. A alta vai ao encontro da expectativa da maior parte do mercado financeiro 02/04/2014 | 20:00 | Agência Estado e Agência Brasil atualizado em 02/04/2014 às 22:42 Pela nona vez seguida, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, nesta quarta-feira (2) elevar a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto porcentual, que passará para 11% ao ano. A alta vai ao encontro da expectativa da maior parte do mercado financeiro, segundo pesquisa com o mercado. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 27 e 28 de maio. - Desde 2010 Mantega diz que conter avanço da inflação é questão de honra O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira (2) que o governo sempre teve grande cuidado com a inflação e prometeu que a alta de preços no País ficara sob controle. "Nós sempre tivemos um grande cuidado com a inflação porque sabemos que ela reduz o poder de compra do trabalhador. É uma questão de honra para nós que ela se mantenha baixa", afirmou, durante programa de rádio "Bom Dia Ministro", na sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Alta da Selic torna poupança menos atraente que fundos de investimento De acordo com levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a alta dos juros básicos tornou mais atrativos os fundos de investimento, apesar de a poupança não pagar impostos nem taxas de administração. É o maior nível desde janeiro de 2011, época em que a presidenta Dilma Rousseff tomou posse, quando a taxa estava em 10,75% ao ano. Em agosto daquele ano, a taxa passou a ser reduzida sucessivamente pelo Copom até atingir 7,25% ao ano em outubro de 2012, o menor valor da história. A Selic foi mantida nesse patamar até abril de 2013, quando o Copom iniciou um novo ciclo de alta nos juros básicos para conter a inflação. A taxa Selic é o principal instrumento do BC para manter a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação corresponde a 4,5% (centro da meta), com margem de tolerância de 2 pontos percentuais, podendo variar entre 2,5% (piso da meta) e 6,5% (teto da meta). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumulado em 12 meses estava em 5,68% até fevereiro, alta em relação aos 5,59% acumulados até janeiro. Mesmo assim, o índice acumulado desacelerou na comparação com junho, quando chegou a 6,7% e superou o teto da meta de inflação do governo. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, o IPCA encerrará 2014 em 6,3%. A estimativa foi elevada pela quarta semana seguida. Por outro lado, o aumento da taxa Selic prejudica o reaquecimento da economia, que cresceu 2,3% no ano passado e ainda está sob o efeito de estímulos do governo, como desonerações e crédito barato. De acordo com o Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014. A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la, o Banco Central contém o excesso de demanda, que se reflete no aumento de preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação. Ciclo de alta da Selic pode ter terminado, Em comunicado, o Copom disse que decidiu "por unanimidade, neste momento, elevar a taxa Selic" e que "irá monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária". A inclusão do termo "neste momento" no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) sinaliza que a alta de 0,25 ponto porcentual foi vista como pontual e que o ciclo de ajuste da Selic pode ter terminado. A avaliação é da economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada, Alessandra Ribeiro. "Esse tipo de sinalização mostra que não há intenção de subir novamente a taxa em maio", afirmou. Segundo ela, antes disso, a consultoria trabalhava com pelo menos mais um ajuste de 0,25 ponto na taxa. "Nossa curva ainda é de mais uma alta em maio, mas a luz dessa mudança ficou um pouco menos provável", afirmou. Ela ponderou que ainda não é possível descartar esse cenário. "Vai depender dos dados, acho que agora eles só subirão novamente se houver uma piora adicional no cenário econômico", avaliou. Para Alessandra, se as expectativas em torno de uma alta inflacionária continuarem expressivas e houver algum movimento relevante de depreciação do real, pode haver alteração do rumo dessa política do BC. "Se houve uma pequena depreciação cambial não credito, mas se o câmbio bater rapidamente em R$ 2,45, acho que conduziria o BC a uma nova alta na taxa", afirmou. "O mais provável agora, no entanto, segundo Alessandra, é que o cenário atual se mantenha e que o BC possa trabalhar o fim do ajuste. "Ai ficaríamos com esses 11% ao ano pelo menos até o fim de 2014." O ciclo de aperto monetário iniciado em abril do ano passado pode ter chegado ao fim, na opinião do diretor de pesquisas para a América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos. "A probabilidade maior é que ele não vai mais elevar os juros. E isso se evidencia por ter mudado o comunicado, no qual retirou a expressão "dando continuidade" e agregou o termo 'neste momento' mesmo movimento realizado quando mudou o ritmo de alta de juros de 0,50 para 0,25 ponto porcentual", destacou. Na avaliação de Ramos, a menos que a inflação e o câmbio apresentem resultados desfavoráveis nas próximas seis semanas é que o Copom poderia elevar novamente os juros no dia 28 de maio, quando realizará a sua próxima reunião. "O BC ficará dependente de dados", afirmou. Fonte: GP Ctba, 03/abr/14 Maria Prybicz

quarta-feira, 2 de abril de 2014

terça-feira, 1 de abril de 2014


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Educação Cerca de 20% dos adolescentes não vão ao colégio na América Latina, diz Cepal O abandono e a repetição, dois dos principais desafios dos sistemas educacionais latino-americanos, se concentram nas camadas de baixa renda, na população indígena e afrodescendente e nas áreas rurais 31/03/2014 | 20:37 | EFE Cerca de 20% dos adolescentes com idades entre 12 e 18 anos, tanto homens quanto mulheres, não frequentam uma instituição de educação na América Latina, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e o Escritório Regional do Unicef. "Praticamente todas as crianças de 11 anos estudam nos países da América Latina. Já dos de 17 anos, a metade abandonou o sistema e só um de cada três completa o ensino médio sem atraso", destaca o documento "Adolescentes - Derecho a la Educación y al Bienestar Futuro" (Adolescentes - Direito à educação e ao bem-estar futuro). Ambos os organismos concordam que para enfrentar tanto as causas quanto as consequências do abandono e do atraso na educação do ensino médio "são necessárias políticas específicas com perspectiva de direitos e igualdade de gênero". Além disso, acrescentam que o abandono cedo e a repetição, dois dos principais desafios dos sistemas educacionais latino-americanos, se concentram nas camadas de baixa renda, na população indígena e afrodescendente e nas áreas rurais. "Somente um de cada cinco jovens completa o ensino médio, enquanto no total mais rico o alcançam quatro de cada cinco", enfatiza o documento. O estudo indica ainda que os adolescentes homens tendem a se inserir cedo no mercado de trabalho e quase uma quinta parte abandona por falta de interesse no sistema educacional. No entanto, as mulheres adolescentes também abandonam a escola por falta de interesse, embora em menor proporção, e por conta do trabalho doméstico não remunerado e os trabalhos de cuidadora, incluindo sua própria maternidade antecipada. "Os adolescentes são e serão protagonistas das grandes transformações sociais e econômicas que se espera que ocorram nas próximas décadas na região e, para isso, precisam exercer seus direitos de maneira plena e sem qualquer tipo de discriminação", afirmou a secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, ao lado do diretor do escritório regional do Unicef para América Latina e o Caribe, Bernt Aasen. Para isso são propostas políticas públicas capazes de contribuir com a igualdade de gênero nas oportunidades, trajetórias e resultados educativos, acrescenta o documento. Em particular, o estudo evidência a contradição vivida pelas mulheres latino-americanas, que apesar de terem se beneficiado dos aumentos de cobertura educativa e de terem aumentado seus anos de permanência na educação de maneira importante, não encontraram condições igualitárias com os homens no mercado de trabalho. "Elas ainda se concentram, em maior proporção que seus pares homens, em empregos de baixa produtividade, de caráter temporário, sem contrato nem prestações sociais e com baixo salário, ao que se soma que progridem menos em suas carreiras em comparação a eles", ressalta a análise. Frente a este cenário, ambas as entidades demandam políticas de igualdade de gênero orientadas ao processo de ensino-aprendizagem de homens e mulheres. "É preciso eliminar as práticas sexistas na cotidianidade escolar, o que exige abordar o currículo escolar e o trabalho docente na sala de aula", advertem. Neste sentido, os órgãos asseguraram que também são indispensáveis as políticas que abordem aos principais fatores de postergação educativa, entre eles, a pobreza, a ruralidade e a origem étnica. Para isso, acrescenta a análise, são necessárias políticas específicas de inclusão e retenção para as mães adolescentes, e políticas para um ensino médio de qualidade que garanta uma verdadeira oportunidade ao desenvolvimento do talento e as potencialidades dos estudantes. Fonte: GP/CEPAL Ctba, 01/abr/14 Maria Prybicz

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