sábado, 31 de outubro de 2009

"ECONOMIA BRASILEIRA"

GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA
- Câmbio baixo e juros altos estão explicando a vulnerabilidade do sistema econômico brasileiro externamente. A dívida interna automaticamente acelerando - a ausência do crescimento com o desemprego batendo na porta das famílias.
Resistência política
- Há muita resistência política dos governos em programar e implementar gradativas reformas de reestruturação e/ou restauração da capacidade financeira interna – as autoridades negligenciam o consenso de que as economias que lideram o processo de inovação tecnológica estão ostentando maior equilíbrio nas relações sociais e na distribuição da renda – são efetivamente esses sistemas de evolução/inovação que a globalização beneficia.
Referências: Lourenço, Gilmar Mendes – A Economia Paranaense em Tempos de Globalização. – apoio: FENECON – Federação Nacional dos Economistas.
Ctba, 31/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"ECONOMIA EMPRESARIAL BRASILEIRA"

GRUPO DE EMPRESAS BRASILEIRAS CRESCE EM RITMO CHINÊS

- A nova safra de balanços das companhias de capital aberto é mais um retrato do Brasil que avança como a China e a Índia. As empresas que têm ações na Bolsa de Valores continuam crescendo acima de 10% de um ano para o outro. Dentro desse universo, já considerado de elite para os padrões brasileiros, há um grupo que ainda cresce sempre acima da média das empresas negociadas na Bovespa.
- A Vale do Rio Doce encabeça a lista. Mesmo com seu porte gigante, ela conseguiu mais que dobrar o faturamento nos últimos três anos - ele saiu de R$ 19,4 bilhões em 2003 para os atuais R$ 45,2 bilhões. Neste ano, com a incorporação da canadense Inco, a roda que move a Vale vai girar ainda mais rápida. O levantamento incluiu 232 empresas de capital aberto, com valores nominais de receita, sem ajuste de inflação. A Petrobras, com faturamento de R$ 158 bilhões em 2006, não entrou no cálculo para não distorcer o resultado geral.
Ambiente de negócios
- Há razões particulares que explicam o crescimento de cada uma das empresas que aparecem na lista. Por trás desse desempenho espetacular, existe também uma mudança estrutural no ambiente de negócios do País.
- No Brasil, elas tiveram mais acesso ao capital (seja por meio da Bolsa, de empréstimos com juros mais baixos ou de fundos que compram participação em empresas), ficaram mais competitivas e se abriram ao mundo, exportando mais e se internacionalizando nos últimos anos. É uma melhora alimentada não só pela competência dos seus administradores, mas também pelo crescimento da economia mundial, puxado pela China.
 "O Brasil está a um passo de alcançar o grau de investimento. A melhora dos números tem reflexos fora e dentro do País. O Brasil ganha mais credibilidade perante os investidores e as empresas se beneficiam disso", diz o coordenador do curso de MBA em Empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas, Marcus Quintella. "Com o fim da inflação, as empresas também tiveram de ficar mais bem administradas e eficientes para sobreviver.
Fonte: Diversas.
Ctba, 30/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

"A GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA"

“ECONOMIA GLOBALIZADA”

- Atualmente como que rompendo fronteiras – países diversos intensificam investimentos foram de seus territórios – pulverizam o capital em internacionalização dos mercados – principalmente as corporações multinacionais, tentando consolidar estratégias de ocupação.
- Curitiba e o Paraná como um todo está incluído neste avanço quase que desproporcional do capital produtivo, ou seja, não é especulativo (efetivamente: comercial, industrial e financeiro).
   Grande fluxo abrange exaustão na acumulação tendo como foco a indústria química e a metal-mecânica e as conseqüentes evoluções e/ou inovações da microeletrônica – e tecnologia de ponta: informática, telecomunicações, robótica, biotecnologia, mecânica de precisão, novos materiais e química fina, cujas descobertas seria a “terceira revolução industrial presente” praticamente derrubando a organização da produção nos moldes fordistas, deixando a economia com flexibilização acentuada, fortalecendo-a no sentido de unir em blocos econômicos como: Nafta, MERCOSUL, União Européia, ALCA (Área de livre comércio das Américas, exceto Cuba), etc.
- Complementando esse avanço a acumulação financeira ficou evidente, derivada da capacidade dos agentes econômicos e/ou empresarial, multiplicando a renda do patrimônio e do capital nas transações no mercado de câmbio, ações e títulos públicos.
Refrências: Lourenço, Gilmar Mendes; Economia Brasileira – 2005, Apoios: Sindecon/Fenecon.
Ctba, 29/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 27 de outubro de 2009

"ECONOMIA BRASILEIRA DO PRÉ-SAL"

- A Educação como está atualmente “sucateada”, não vemos com modificar a curto prazo esse patamar. Precisa de pesados investimentos! Devemos priorizar também a Educação. (Mª M. Prybicz).
FUNDO SOCIAL DO PRÉ-SAL DEVE PRIORIZAR ATIVOS NO EXTERIOR
-  O relatório apresentado hoje pela comissão especial da Câmara que trata da criação do Fundo Social do pré-sal vai sugerir que o fundo invista, preferencialmente, em ativos no exterior, como forma de evitar a entrada excessiva de dólares no país e, dessa forma, a chamada "doença holandesa" --crescimento do país com commodities, mas sem desenvolver outros setores.
  O Fundo Social será beneficiado também, segundo o relatório, com parcela da participação especial e dos royalties que cabem à União dos blocos de pré-sal já licitados.
  O relatório aponta que nos cinco primeiros anos, enquanto não houver grande retorno dos investimentos, poderá ser usada uma parte dos fundos para gastos de curtíssimo prazo previstos no projeto. Em cinco anos, o fundo já terá rendimentos o bastante para sustentar programas, acredita o relator do projeto, deputado Antonio Palocci (PT-SP).
"Saúde"
  O relatório acolheu cerca de um terço das 300 emendas propostas pelos deputados, principalmente as que tratavam da inclusão da área de saúde e da regionalização da atuação do fundo. Segundo Palocci, não foi acolhida nenhuma emenda sobre percentual dos recursos. - O relatório inclui, portanto, programas e projetos da área de saúde pública como beneficiários dos recursos dos rendimentos do fundo. Este, no entanto, não deve bancar gastos permanentes da área.
- Priorizar municípios com IDH menor que a média nacional é uma das recomendações do relatório no intuito de reduzir as desigualdades sociais.
Fonte: Folha Online
Ctba, 27/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 25 de outubro de 2009

"A SOCIEDADE EDUCACIONAL ECONÔMICA"

A EDUCAÇÃO E A ECONOMIA

- Educação não é somente o que diz a palavra ao “pé da letra” – é em si mais complexa – parte do princípio psicológico a vai quase transcendentalmente ao infinito!
  Analisando todos os setores abrangentes da sociedade complexa em razão da própria complexidade do ser humano, concluímos que a educação não está somente no “saber” e sim no “fazer” e como realizar diante da ética e da moral
- A modernidade nos amedronta e ao mesmo tempo faz um grande desafio para que sejamos audaciosos a ponto de extrapolarmos as nossas condições de simples vivente deste século! E é exatamente isso que nos impulsiona cada vez mais procurarmos a perfeição.
Globalização 
- Com a globalização precisamos rever nossos conceitos relativos à educação! Não poderemos ficar naqueles antigos conceitos dos nossos avós (diga-se de passagem, muito bons para a época), mas, a realidade é outra e dinâmica graça a Deus! Demorou!
  A violência entre a juventude estudantil nos revela que teremos que fazer mudanças estruturais econômico-educacionais, no sentido preparar melhor o jovem no enfrentamento da vida natural e espiritual, não os vendo somente como “produtos prontos” para produção e realização das tarefas da vida afora! Quando o sistema está falhando e é o que a juventude “grita” a todos os campos – quando agride os pais, colegas, professores, não dizem com palavras e sim com atitudes grotescas o que não conseguem dizer verbalmente! 
   É simplesmente agindo em favor ou contra que poderemos se não controlar estes ímpetos, tentar amenizar – mas, com ações positivas e não repreensivas e/ou restritivas - não é com a criação de mais presídios que veremos sucessos na educação! (Prof.ª Maria M. Prybicz).

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

"ECONOMIA E A EDUCAÇÃO EMPREEENDORA"

- Sempre defendi que a solução brasileira para todos os problemas, está principalmente na educação, seja ela de qualquer forma: alfabetizadora, básica, profissional e/ou empreendedora. Não se admite mais gerar renda sem lastro! As coisas não caem como chuva no molhado. Esperamos a devida compreensão dos dirigentes deste país para o setor, educacional – profissional – produtor, com os respectivos apoios e investimentos! (Prof.ª Mª. M. Prybicz).

EDUCAR PARA EMPREENDER MAIS
- Na manhã desta quinta-feira, a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) viveu um momento único de reflexão e exposição durante a conferência O Brasil e o desafio da educação para o empreendedorismo, que contou com grandes nomes do mercado empresarial do país e de especialistas educacionais de renome internacional. O evento foi realizado pelo Centro de Integração Empresa e Escola (CIEE) em parceria com o Jornal do Brasil e a Casa Brasil.
- A abertura da conferência contou com o presidente do CIEE-RJ e membro da Academia Brasileira de Lestras, Arnaldo Niskier; o diretor do Conselho Editorial do JB, Marcos Troyjo; o presidente da ACRJ e da Light, José Luiz Alquéres; e o superintendente do Sebrae/RJ, Sergio Malta. José Luiz Alquéres fez questão de declarar a honra da ACRJ em sediar o seminário, lembrando umas das primeiras funções da casa fundada por decreto de D. João VI: 'Casa do Empresário', assim como diz o letreiro que está na fachada do prédio histórico.
– Na época, entendia-se que era necessário formar novos técnicos de comércio, empreendedores, para melhorar as relações com a metrópole após a abertura dos portos, em 1808 – explicou Alquéres, que constatou a importância de mudar a mentalidade sobre o empresário através da educação e das variantes do mercado.
– Temos que educar e formar para o mercado. Criar uma concepção de adaptação constante a mudanças. Isso, eu verifico há 21 anos, desde que ocupo a presidência de grandes empresas, e já presenciei muitas tensões e constantes modificações.
– O presidente citou quatro importantes empreendimentos brasileiros e todos têm alguma ligação com o Rio. Dentre eles está a Olimpíada de 2016, a Copa do Mundo de 2014 e as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Isso faz com que uma antiga música tenha cada vez mais sentido quando diz “O Rio de Janeiro reúne o que há de melhor e de pior no Brasil'”(canção famosa na voz da carioca Fernanda Abreu). Por isso, precisamos maximizar o que há de melhor e combater o que há de pior, que hoje é a violência e as desigualdades sociais – salientou Malta.
- O superintendente do Sebrae/RJ também mostrou que as estatísticas estão a favor do país, já que o Brasil é um dos maiores empreendedores do mundo, com cerca de 20 milhões de empreendedores para uma população economicamente ativa de 130 milhões de pessoas.
Educação para crescer e prosperar
- Durante a abertura do evento, Arnaldo Niskier baseou-se na filosofia e na figura do ex-presidente Juscelino Kubitschek e seu plano de desenvolvimento econômico e de estabilidade política, primeiro nome que lhe veio à cabeça ao pensar no tema do empreendedorismo.
– Me pergunto se hoje JK seria chamado de empreendedor, e acredito que sim. Ele criou Brasília, abriu a economia do país para as grandes montadoras, entre outros feitos. Era um homem ousado e que estava sempre em busca de crescimento.
O “imortal” da ABL também lembrou que hoje a situação é diferente e que vários indicadores estão indo de encontro à ideia de que a educação é a chave de tudo, como o número de 14 milhões de analfabetos acima dos 15 anos; apenas 14% dos jovens estarem cursando nível superior; termos uma grande taxa de analfabetismo funcional; e o crescimento da expectativa média de vida do brasileiro, mesmo se houver projetos expressivos de atendimento a idosos por parte do governo.
– Precisamos buscar saídas. E o empreendedorismo é uma solução inteligente, e para isso é necessária educação continuada pois a aprendizagem não é para toda a vida, e sim, por toda a vida, já que mesmo depois de sairmos da escola continuamos aprendendo – concluiu Niskier.
Fonte: Jornal do Brasil “On Line”
Ctba, 23/out/09
Eeconomista e Professora Mª M. Prybicz.









quinta-feira, 22 de outubro de 2009

"ECONOMIA PETROLEIRA BRASILEIRA"

- Ainda bem que as esperanças se renovam com o advento do Petróleo (Pré-sal).
- Assistindo aos pronunciamentos dos Ministros de Minas e Energia e Planejamento, do Governador e Vice Governador, bem como outros presentes no evento realizado no Auditório do Canal da Música, chequei a conclusão que ainda resta muitas, muitas expectativas no sentido da aplicabilidade dos recursos oriundos dessa riqueza subterrânea brasileira! (Mª.M.Prybicz).
FUNDO REGULADOR PARA DÓLARES DO PRÉ-SAL
- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (21) que o País terá de ter um fundo para impedir que o fluxo maior de dólares, que virá com a exploração de petróleo na camada do pré-sal, contamine a economia. Segundo ele, o fundo que receberá parte ou a totalidade dos recursos do pré-sal vai regular o fluxo de dólares para o Brasil, podendo aplicar os recursos no exterior. De acordo com o ministro, não há mistério nesse tipo de política e outros países produtores de petróleo fizeram o mesmo. Ele citou a Venezuela e a Arábia Saudita, no caso do petróleo, e o Chile para a produção do cobre. Mantega não explicitou se será criado um novo fundo ou se o Fundo Social terá essa função de regular o fluxo de dólares.
- Ele participa de audiência pública na Comissão Especial que analisa o projeto de lei que autoriza a capitalização da Petrobras para exploração do pré-sal. Durante a audiência, Mantega disse que essa necessidade de regular o fluxo de dólares é importante para não permitir a chamada doença holandesa, que é uma situação que acontece quando o país recebe grandes recursos externos e passa e importar muitos bens do exterior, deprimindo a produção interna. "Não permitiremos a doença holandesa no Brasil", disse.
- Segundo ele, nessa transação, não há imponderabilidade e serão feitas compensações futuras para evitar que a União ou a Petrobras tenham perdas. Ele citou como exemplo se as reservas forem superiores ao valor estimado de 5 bilhões de barris. Nesse caso, a Petrobras terá de fazer a compensação. Por outro lado, se forem inferiores, caberá à União compensar a Petrobras. "Não tem incerteza. Ambos ganham. É um jogo de ganha, ganha", disse.
- Ele destacou que a capitalização é o primeiro passo para o País começar "a colocar a mão" na riqueza que está no subsolo do pré-sal em benefício da população. Na prática, segundo ele, essas reservas engrossam as reservas internacionais brasileiras porque elas podem ser transformadas em riquezas. "O Brasil será um país totalmente seguro", disse.
   De acordo com o ministro, os acionistas minoritários da Petrobras "provavelmente não exercerão" plenamente o direito de acompanhar a capitalização da empresa. "Eles têm direito de exercer até 60% da operação desse aumento de capital. Terão 30 dias de prazo para decidir isso, mas provavelmente não exercerão (completamente) porque é muito dinheiro", disse o ministro, acrescentando que a operação de capitalização da Petrobras deverá ser a maior desse gênero no mundo.
   Segundo ele, como provavelmente não haverá exercício de 100% dos direitos dos minoritários, a União deverá aumentar a participação que tem hoje na estatal. Somando-se as ações nas mãos diretamente da União e as que estão com o BNDESPar, o governo federal tem quase 40% do capital total (ações ordinárias mais preferenciais) da Petrobras. Mantega fez as declarações durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara que analisa o projeto de lei que autoriza a capitalização da estatal.
Fonte: Gazeta do Povo “On Line”
Ctba, 22/out/09
Economista e Prof.ª Mª M. Prybicz



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