quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"ECONOMIA SUSTENTÁVEL"

BOVESPA ABRE EM LEVE ALTA, POR PETROBRAS E VALE

 - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava com leve alta nesta quarta-feira, puxada por ganhos das ações da Vale e da Petrobras. Às 11h13, o Ibovespa subia 0,36%, a 65.535 pontos.
   Na véspera, o índice caiu 2,88%, a maior queda diária em quatro meses, com investidores repercutindo o início da cobrança de IOF sobre investimentos estrangeiros no mercado acionário doméstico.

- O mercado espera a divulgação do Livro Bege, sumário macroeconômico dos Estados Unidos, à tarde.

Fonte: JB “On Line”
Ctba, 21/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"ESPECULAÇÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA"

CAPITAL ESTRANGEIRO
- Sempre se tem o temor do capital especulativo entrando sem fronteiras a todo vapor, quase que sem controle algum. Essa medida do Governo de taxar a entrada de capital estrangeiro no país deve ser considerada benéfica, principalmente para demonstrar que estamos atentos ao que acontece com o “mercado financeiro”, aliás, que nunca foi tão desastroso como da última “crise internacional-global”. Não podemos admitir tais atitudes de jogo (como se fosse aposta em cassinos) - a reação dos especuladores demonstrada pela queda das bolsas, dizem, que é exatamente o que acontece. A excessiva valorização do real frente ao dólar irá comprometer vários setores da economia nacional. A total liberdade dos estrangeiros não está somente relativo às bolsas de investimentos – deveremos verificar importante participação dos mesmos, nas compras de terras (Amazônia) nem sempre com objetivo na produção e sim também na especulação! (Mª M. Prybicz).

BOVESPA CAI MAIS DE 2% COM IMPOSTO SOBRE CAPITAL ESTRANGEIRO; DÓLAR SOBE.
- A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda acentuada no pregão desta terça-feira, no primeiro dia de cobrança de (IOF) para entrada de capital estrangeiro no País. Por volta das 12h31, o Ibovespa – principal índice da Bolsa paulista – recuava 2,36%, aos 65.654 pontos.
"É inevitável um ajuste negativo na abertura, mas depois o mercado pode vir a absorver essa taxação", disse o responsável pela mesa de Bolsa de uma corretora estrangeira. No curto prazo, a taxação de ingresso de capital externo na bolsa tende a ser uma ducha de água fria,
- Um dos grandes receios do mercado é de que o IOF de 2% na entrada de capital afete o apetite dos investidores estrangeiros pelas ofertas de ações que estão em para sair ou em andamento como Cetip, que começa hoje a aceitar os pedidos de reserva de ações, Cyrella, CCR e Brookfield. Segundo um analista, o IOF deve gerar uma nova discussão na precificação do book das ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês). "O IOF agora terá de ser considerado no preço. Os clientes vão pedir algum desconto", diz a fonte.
Dólar
- O mercado cambial também reage à medida do governo. Por volta das 12h23, a moeda norte-americana era cotada a R$ 1,743 para venda, em alta de 1,81% frente ao real.
- A decisão do governo de cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e variável, anunciada ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, entrou em vigor nesta terça-feira com a publicação de decreto presidencial no Diário Oficial da União.
- Como anunciou Mantega, o decreto impõe IOF de 2% "nas liquidações de operações de câmbio para ingresso de recursos no País, realizadas por investidor estrangeiro, para aplicação no mercado financeiro e de capitais".
FMI critica
- O diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, disse que a decisão do Brasil não pode servir como um pretexto para que o governo adie reformas fiscais e estruturais fundamentais. "Estes tipos de impostos oferecem algum espaço para manobra, mas não são muitos, então os governos não devem se sentir tentados a adiar outros ajustes fundamentais", afirmou Eyzaguirre, na segunda-feira durante uma entrevista coletiva na sede do FMI.
- As Bolsas de Nova York abriram sem direção comum hoje e passaram a cair, mesmo após a divulgação de diversos balanços melhores do que o esperado entre ontem e hoje. Os índices, no entanto, saíram de suas máximas após a queda maior que a esperada dos preços ao produtor, o aumento bem menor que o estimado do número de obras residenciais iniciadas e a inesperada queda do número de permissões para novas obras, todos referentes a setembro.
- Às 12h30 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,36% e o Nasdaq perdia 0,30%.
Véspera
Na segunda-feira, o Ibovespa atingiu os 67.239 pontos, na maior pontuação desde 17 junho de 2008, quando estava em 68.437 pontos. Já o dólar teve a queda contida pela possibilidade de cobrança do IOF, que foi confirmada no fim do dia. A moeda norte-americana encerrou cotada a R$ 1,712 para venda, em alta de 0,29%.
Fonte: Ig. “On Line”
Ctba, 20/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

domingo, 18 de outubro de 2009

"ECONOMIA DO VALOR AGREGADO"

VALOR AGREGADO
- A importância do “Valor Agregado”, está nos empregos que surgirão cada vez mais para o povo brasileiro! É a inversão dessa equação que precisamos cada vez mais! Chega de exportar somente as commodities que serão a matéria-prima da industrialização nos países estrangeiros importadores destas, criando empregos lá fora, enquanto aqui ficamos no setor extrativista propriamente dito. Deveremos observar a exportação de produtos já industrializados pelos nossos trabalhadores – colocando-os com a devida capacitação no intuito de levá-los a produzir senão melhor, chegar à igualdade de qualquer produtor- operário-trabalhador devidamente competitivo e sustentavelmente amparado e/ou com a segurança certeza de que o conhecimento adquirido com novas tecnologias trouxe-lhes diversos benefícios. E, portanto, consciente do seu papel na cadeia produtiva.( Mª M. Prybicz).
INVESTIMENTOS
- Lula diz querer que a Vale "exporte mais valor agregado"
  O presidente voltou a dizer que na próxima segunda-feira terá um encontro com o presidente da Vale, Roger Agnelli, em São Paulo, para discutir projetos de investimentos da empresa
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta, em entrevista após a visita ao canteiro de obras da transposição do Rio São Francisco, que quer que a Vale exporte produtos com um volume maior de valor agregado. "Eu quero que a Vale faça mais, exporte mais valor agregado e menos minério", disse. O presidente voltou a dizer que na próxima segunda-feira terá um encontro com o presidente da Vale, Roger Agnelli, em São Paulo, para discutir projetos de investimentos da empresa.
- Lula também informou que teve um encontro com Roger Agnelli há algumas semanas, na qual o presidente da Vale apresentou projetos de investimentos da companhia, entre os quais o de uma siderúrgica. Em conversas anteriores que já teve com Agnelli, Lula tem citado a construção da usina siderúrgica de Marabá, no sudeste do Pará, cujo nome será "Siderúrgica Aços Laminados do Pará". A construção dessa siderúrgica foi um projeto apresentado pela Vale no início do primeiro mandato do governo Lula e até hoje não saiu do papel. A siderúrgica teria como objetivo, aproveitar parte do minério extraído da serra de Carajás.
Fonte: Gazeta do Povo "On line"
Ctba, 18/out/09
Profª Mª M. Prybicz

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SOCIAL"

IDH - INDICE DE DESENVOLVIMENO HUMANO

- Podemos associar mínimo “IDH” com: nutrição sofrível - saúde precária; baixa escolaridade e, consequentemente - baixa renda “per capita”; baixa auto-estima, infra-estrutura de acesso ruim – dificultando o escoamento de produtos que por ventura possa haver no local, implantando novas tecnologias de aproveitamento de recursos naturais, ensinando métodos de higiene e conservação da água e do solo e de manutenção das propriedades físicas, etc.

- Portanto, concluímos que estando tudo relacionado – políticas econômico-sociais deverão ser prontamente permanentemente providenciadas através de projetos não assistencialistas e sim de desenvolvimento econômico local e/ou glocal na geração e distribuição da renda (desconcentrando-a). Investindo na educação, oportunizando, ou seja, proporcionar oportunidade para o primeiro emprego (menor aprendiz e/ou maior aprendiz – homens e mulheres com salários isonômicos) toda sociedade engajada no bem comum de todos (as), fazendo a sustentabilidade florescerem na aldeia do nativo e/ou cativo, procurar no capital humano-social local o ímpeto de preservação e orgulho latente e inerente a todos os cidadãos (como seres humanos que o são por excelência), dignificando-os para cidadania nacional!

- Futuramente, saberemos como as boas decisões foram tomadas e fizeram com que belos resultados sociais- desenvolvimentistas surgissem, impulsionadas pela ânima (colocando o otimismo como chave) alavancadora, com metas para o progresso-econômico-social!
Referências: Diversas e pesquisas com autorias próprias.
Ctba, 13/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

“ECONOMIA CARIOCA E/OU BRASILEIRA”

REALIZAÇÃO DAS OLIMPÍADAS BENEFICIA ECONÔMICA E SOCIALMENTE EM INFRAESTRUTURA
 - Um dos maiores legados das Olimpíadas para o carioca serão os investimentos em transportes – R$ 10 bilhões, cerca de 40% dos R$ 28,8 bilhões previstos para a realização do evento na cidade.
-  O plano de investimento do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) prevê a reforma do aeroporto internacional Tom Jobim, a implementação do Bus Rapid Transit (BRT) – sistema de ônibus articulados, similar ao já utilizado em Curitiba –, melhorias nos serviços de ônibus e na rede ferroviária, com aquisição de 120 novos trens.
   A capacidade do aeroporto internacional Tom Jobim será ampliada dos atuais 15 milhões para 25 milhões de passageiros ao ano.
   O sistema BRT, que prevê um corredor separado do tráfego para a circulação exclusiva de ônibus, ligará a Barra da Tijuca a três pontos diferentes. O primeiro é o projeto T5, que vai conectar os terminais da Alvorada e do Riocentro até o subúrbio. Os outros dois sairiam do Leblon e Bangu. Mais de R$ 2 bilhões serão investidos na montagem do sistema.
   O Comitê Rio-2016 não colocou no relatório das Olimpíadas a extensão do metrô até a Barra da Tijuca. A linha do metrô será ampliada até a Gávea, passando por Ipanema e Leblon. Até 2014, a Tijuca vai ganhar mais uma estação, a Uruguai.
   Outro investimento previsto foi anunciado na semana passada pelo governo do estado. O governador do estado, Sérgio Cabral, assinou um acordo com a diretoria do Botafogo que visa melhorar os acessos ao estádio Engenhão – construído para os Jogos Pan-Amerianos, realizados em 2007 – em Engenho de Dentro.
   O Ministério do Turismo tem a expectativa de receber um acréscimo de 10% a mais de visitantes durante e após os Jogos. No dossiê de campanha, há uma previsão de um total de 48 mil leitos em toda a cidade. Hoje, são 29 mil leitos, ou seja, quase 20 mil novas acomodações devem ser construídas para dar conta do calculado pelo COB. Mas a corrida das redes hoteleiras do país e estrangeiras para aproveitar o “boom” da cidade já começou.
   Além dos novos hotéis, a prefeitura pretende utilizar navios de cruzeiro, que serão ancorados na Zona Portuária da cidade – região que passará por intenso processo de revitalização. As embarcações servirão como hoteis flutuantes.
   No total, cerca de R$ 1 bilhão serão investidos na rede hoteleira do estado, que deverá gerar mais de 50 mil empregos até 2016.
Qualificação de mão de obra -  Educação Profissional
   O Ministério do Trabalho e Emprego até o final de 2009 tem a meta de qualificar 25.916 beneficiários do programa Bolsa Família em 17 estados brasileiros. Em outro investimento, mais R$ 19,2 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e R$ 1,2 milhões de contrapartida. Somente no Rio, serão 4.231 pessoas, que vão fazer cursos de cozinheiro, padeiro, confeiteiro, garçom, barman, recepcionista, mensageiro, camareira e arrumador, atendente de agência de viagem e auxiliar operacional em eventos. - A estimativa é capacitar mais de 29 mil trabalhadores.
- O esporte sempre nos trouxe uma gama enorme de benefícios econômicos - sociais, e não poderia deixar de ser agora, com as Olimpíadas!
Fonte: JB “On Line”
Ctba,12/out/09
Prof.ª Mª M. Prybicz

sábado, 10 de outubro de 2009

"ECONOMIA NAS EXPORTAÇÕES"

AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES TRAZ OTIMISMO

- Brasil, Coreia do Sul e Taiwan mostraram expansão em setembro frente ao mês anterior
  Dados recentes de alguns dos países exportadores mais importantes aumentaram a esperança de que o comércio internacional esteja em recuperação, o que pode ser o elo que falta na recuperação mundial. Brasil, Coreia do Sul e Taiwan mostraram expansão em setembro frente ao mês anterior, embora o nível ainda esteja bem menor que um ano atrás. "Parece que há uma recuperação, mas ainda é cedo para dizer se é resultado do estímulo fiscal ou é espontâneo", disse Mark Matthews, do banco de investimento Fox-Pitt Kelton. Um dos fatores que dão suporte a essa hipótese é que os mercados ainda aguardam para ver se uma demanda tardia na temporada de fim de ano pode levar os varejistas dos países ricos a aumentar os pedidos.
- Precisamos focar nas exportações dos produtos com alto valor agregado e também os considerados de baixo valor agregado! Assim fortalece-se a criação de empregos internos.

Fonte: Valor Econômico “On line”
Ctba, 10/out/09
Profª. Mª. M. Prybicz

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

"ECONOMIA BRASILEIRA"

RANKING DE DESENVOLVIMENTO FINANCEIRO
- A economia brasileira foi a que mais evoluiu no ranking de desenvolvimento financeiro elaborado pelo World Economic Fórum (WEF), que teve como principal responsável o professor da Universidade de Nova York Nouriel Roubini, considerado o guru da atual crise global, pelo acerto em suas previsões. Na apresentação do relatório, na quinta-feira (8), em Nova York, Roubini e demais economistas da entidade destacaram o exemplo positivo do Brasil como sinal de que os emergentes ganham força nas finanças mundiais. Já os americanos e as economias desenvolvidas teriam sido os principais perdedores na crise. Em outra classificação da entidade, que mede a estabilidade do sistema financeiro, o Brasil supera os EUA e o Reino Unido.

- Subindo seis posições no ranking de desenvolvimento financeiro, o Brasil ocupa a 34ª posição e tem 3,46 pontos numa escala estabelecida pelo WEF. O Reino Unido, em primeiro lugar, tem 5 28. Já a Venezuela, em último, 2,52. De 55 economias pesquisadas a brasileira conquistou mais pontos: 0,18.
- Extremamente rico em recursos naturais, minerais, florestais, etc., poderia até estar bem melhor classificado - verificado os bens intangíveis de sua população e devido ao seu capital humano, precisaríamos de melhores condições educacionais para a regularização do próximo patamar!

Fonte: Gazeta do Povo “On Line”
Ctba, 09/out/09
Prof.ª Mª M.Prybcz



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Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.