quinta-feira, 16 de maio de 2019

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

ADEPTOS DE BOLSONARO, CONHECER OS INDÍGENAS!
Para os não indígenas que se interessam em conhecer os indígenas, o primeiro fato a compreender é que não existe um indígena, e sim mais de 240 povos com cultura própria. Vale lembrar que a estimativa é de que havia mil povos antes da invasão europeia, no século 16. Hoje, os povos que sobreviveram às sucessivas matanças e às epidemias transmitidas pelos brancos são, ao mesmo tempo, eles mesmos uma enorme riqueza em sua diversidade cultural e também os maiores responsáveis pela proteção da biodiversidade das terras onde vivem. Por Eliane Brum
Fonte:El País, Ctba,17/jan/2019, Maria Prybicz 






quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

ATUALIDADE:

 ‘Nem o câmbio fixo nem o flutuante resolvem os problemas fiscais internos. Não há soluções fáceis. O Brasil tem de pôr sua casa fiscal em ordem: ou corta fortemente os gastos governamentais ou aumenta fortemente a receita governamental. Não há outro caminho. Ah, tem outra saída: imprimir dinheiro. Mas isso levaria inevitavelmente à inflação. No caso do Brasil, a inflação voltou porque o governo não tem mais crédito para tomar emprestado o necessário para cobrir o déficit.
Milton Friedman

Ctba, 27/dez/18
Maria Prybicz

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

MILTON FRIEDMAN
Friedman propôs a substituição do sistema de bem-estar EUA existente com um imposto de renda negativo, um sistema de imposto progressivo em que os pobres receberiam um salário básico do governo.De acordo com o New York Times, as opiniões de Friedman a este respeito foram baseadas na crença de que apesar "das forças do mercado ... fazerem coisas maravilhosas", elas "não podem garantir uma distribuição de renda que permita que todos os cidadãos consigam atender às necessidades econômicas básicas".
Fonte: Wikpedia
Ctba, 12/nov/18
Maria Prybicz

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

EDUCAÇÃO COM BOLSONARO PODERÁ SER DESASTROSAMENTE PERIGOSA!

Educação com Bolsonaro

Vamos pegar os economistas formados em Chicago, formados em Princeton, formados em Harvard que aceitam a ideia de que o grande problema do Brasil é a falta de investimento em capital humano, que o problema é a educação, que o brasileiro é pouco produtivo e que por isso estamos atrasados, por tanto toda e qualquer atenção no Brasil deve estar para a política pública. Essas pessoas têm medo do PT e da política macroeconômica do PT, mas não têm medo da política educacional que o senhor Bolsonaro vai aplicar. Porque ele quer colocar criança de volta pra casa, quer tirar criança de dentro da escola, porque isso faz parte do programa de governo dele [programa sugere a valorização da educação à distância]. Não pode dizer que não leu. O senhor Guedes não vai dar garantia para isso. Ele quer tirar criança da escola, porque ele não quer que as crianças sejam expostas a professores marxistas [programa de Bolsonaro destaca em vermelho ”um dos maiores males atuais é a doutrinação”]. E se as crianças voltam pra casa quem vai tomar conta de criança? Quem vai trabalhar? Olha o desarranjo econômico que esse cara pode gerar por uma insanidade ideológica. Todo mundo falou "ah, o PT é muito ideológico". E o senhor Bolsonaro é um poço de razão e de ciência? Ele é um energúmeno ideológico. Ele vai acabar com a educação no Brasil. Ele vai mandar a gente de volta para a Idade Média. Esse cara é um obscurantista. Ele vê um comunista em cada agente estatal. Aí ele se junta com a direita mais radical, neoliberal, que acha que todo agente do Estado é um paternalista protegendo um looser.
Fonte: El País por Carla Jimenez
Ctba, 11/out/18
Maria Prybicz

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

ECONOMIA VERSUS SIMPLES E COMPLEXOS!

A Economia do simples mudou para o complexo.

Verifica-se tal procedimento devido as novas e altas tecnologias que avançam no dia a dia!

Na questão de Web Sites e no que se refere, às tecnologias relativas aos Smart fones, tecnologias espaciais, relativo aos Satélites na Comunicação GPS e demais telecomunicações! 

Enquanto, que o simples diário de todo ser humano vai devagar, quase parando, alías atualmente o que se observa é que está tudo parado, não há investimento, por exemplo, na Construção Civil ( nas altas infraestrutura de estradas) e nas pequenas construções seguem lentamente, o que não ajuda a puxar a Economia num ritmo sustentável!

Portanto, investimentos seriam necessários para alavancar este setor da economia que atinge principalmente os pequenos e em consequência os maiores, veze-se a estagnação da economia e o Governo que tem todas condições não faz a lição de casa! Paciência tem limite!

Ctba, 27/ago/18
Maria Prybicz   

quinta-feira, 5 de julho de 2018

INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA!
Quanto mais livre a Economia, sem a presença do Estado, e com regras rígidas, com observância dos contratos, a sociedade se beneficia deste status! Maria Prybicx

A essa gente eu diria que desmantelar o Estado do bem-estar não vai fazer o problema do envelhecimento populacional desaparecer. É preciso financiar as pensões, proteger os idosos e cuidar deles. Isso tem um custo. A questão é como administrar isso: queremos que o Estado nos garanta serviços ou queremos administrá-los por nossa conta? 
Seja como for, minha geração vai ter que encarar que precisará se ocupar dos idosos.
Como o Estado do bem-estar afeta o crescimento econômico? Quando uma economia funciona melhor? Qual é a relação entre democracia e capitalismo? Estas são algumas das perguntas que o economista sueco Andreas Bergh, professor da Universidade de Lund e do Instituto de Pesquisas de Economia Industrial em Estocolmo, tenta responder em seus trabalhos. Bergh, de 45 anos, diz que a Suécia cresceu mais historicamente quando o Estado interveio menos na economia, ou seja, quando seu sistema de bem-estar foi forte, mas ao mesmo tempo funcionou no marco de um mercado aberto e não subvencionado.
A imagem do capitalismo atravessa momentos ruins, sobretudo depois da crise financeira de 2008 e com o crescimento das desigualdades. Quando o Estado do bem-estar é o adequado, incrementa a produtividade de um país. Para mim é um Estado que gasta em áreas-chaves, como a educação e a saúde, e em investimento público. Se estes pilares não forem fortes, surgem as desigualdades. Também sou partidário de uma menor intervenção estatal em outras áreas, como a regulação dos merc. Há vozes que dizem que não se deve confiar no sistema público de pensões porque não é possível garantir sua sustentabilidade.
Soa drástico, mas não é tanto. Atualmente, durante os primeiros 20 anos da nossa vida alguém cuida de nós e estudamos; depois, entre os 20 e os 60 anos, trabalhamos; por último, nos aposentamos e esperamos morrer aos 80. Ao todo, há 40 anos em que alguém precisa cuidar de você, e outros 40 em que trabalha. No futuro, serão 50 e 50 anos, ou seja, 25 de criança e estudante, 50 trabalhando e 25 depois da aposentadoria e até a morte, por volta dos 100. Enquanto estivermos dispostos a trabalhar metade da nossa vida, acredito que poderemos equilibrar a situação com as pensões. O mercado trabalhista vai mudar. Haverá alterações relacionadas a tecnologias que atualmente nem sequer imaginamos. Atualmente trabalhamos a vida toda na mesma coisa, e acredito que essa seja uma das razões pelas quais muitos estão cansados do seu emprego aos 55 anos. No futuro, mudaremos mais. No presente vemos problemas, como as desigualdades.
 O economista Thomas Piketty mostra que entre 1900 e 1980, graças ao desenvolvimento da democracia, a desigualdade diminuiu. Esse foi o grande feito da democracia e do Estado de bem-estar. A partir dos anos oitenta, os ricos começam a ser mais ricos outra vez, os lucros do capital disparam, e as classes médias ficaram para trás. Esta é a tendência atual. Mas a imagem geral, mais em longo prazo, é positiva. Pode ser que este retrocesso se deva à mudança tecnológica, à inteligência artificial. Algo parecido aconteceu no passado durante a transição de uma economia agrária para uma sociedade industrial. Primeiro houve gente que ficou rica, mas depois os operários negociaram melhorias salariais, e a desigualdade se reduziu. Agora vemos um fenômeno parecido.
Andreas Bergh, professor de economia da Universidade de Lund (Suécia). EVAN PANTIEL - Fonte: El País
Ctba, 05/jul/18 - Maria Prybicz

terça-feira, 8 de maio de 2018

O FASCISMO ESTÁ SEMPRE A ESPREITAR!
As coisas avançaram evidentemente, mas o fascismo está sempre a espreitar uma ocasião, um buraquinho, um sítio, um país, um ser humano. Está sempre ali para saltar em cima. Nós, portugueses e brasileiros, que já passamos por fascismos, sabemos que eles estão por aí. E, pior, agora estão por aí a olhar para nós com suásticas tatuadas nos braços. É preciso ter muito cuidado, porque os campos de concentração podem ser reabilitados e nós estaríamos lá dentro. É preciso estar muito atentos ao que se passa à nossa roda, porque, caso contrário, prende-se, como se fez ao Lula, para ver se o cala. Fico animada quando olho para Portugal e vejo que somos um dos únicos Governos de esquerda em um mundo que está a ver renascer muito dos fascismos. Gosto muito do primeiro-ministro António Costa e o conheço desde pequenino. Ele é filho de uma das poucas jornalistas que já estavam no jornalismo quando eu cheguei lá, a Maria Antónia Palla, foi criado por uma feminista e, por isso, sabe, como o meu filho também sabe, que não é senhor de nada nem de ninguém.Por Maria Teresa Horta (Poetisa Portuguesa).
Ctba, 08/mai/18
Maria Prybicz

quinta-feira, 3 de maio de 2018

EDUCAÇÃO EM VOGA!

Estabelecido este princípio, segue-se que a mulher foi feita especialmente para agradar ao homem. Se, por sua vez, o homem deve agradar a ela, isso é necessidade menos direta; seu mérito está na sua potência, ele agrada só por ser forte. Concordo que essa não é a lei do amor, mas é a natureza, anterior ao próprio amor.

(Rousseau) Social Contract
Ctba, 03/mai/18 - Maria Prybicz


domingo, 22 de abril de 2018

REVOLUÇÃO DIGITAL QUE VIVEMOS!
A internet revolucionou o nosso "status quo" ou seja, o estado das coisas atuais, são impressionantes no que se refere a revolução antropológica da humanidade. Não temos noção de onde iremos parar! Mas, uma coisa deve ser observada: a desigualdade intensamente acelerada com a indiferença dos governantes em geral, não importando os partidos a que pertencem.
“O crescimento demográfico constante, que ainda está fora de controle, provocou concentrações humanas, tensões sociais, guerras, desigualdades crescentes”, escreve o arqueólogo francês Jean-Paul Demoule, professor emérito da Universidade de Paris I-Sorbonne em seu recente ensaio Les Dix Millénaires Oubliés Qui Ont Fait l’Histoire. Quand On Inventa l’Agriculture, la Guerre et les Chefs (Fayard, 2017) [Os Dez Milênios Esquecidos Que Fizeram a História. Quando Inventamos a Agricultura, a Guerra e os Chefes]. “Acredito que é a única verdadeira revolução na história da humanidade”, explica Demoule por telefone. “A revolução digital que estamos vivendo atualmente não é mais do que uma consequência de longo prazo daquela. Mas, curiosamente, é a menos ensinada na escola. Começamos com as grandes civilizações, como se fossem óbvias, mas é muito importante perguntar por que chegamos até aqui, por que temos governantes, exércitos, burocracia. Acho que no nosso inconsciente não queremos fazer essas perguntas.”
Ctba, 22/abril/18
Maria Prybicz

quinta-feira, 15 de março de 2018

EMPRESA MODERNA!
- Empresa moderna forte é aquela que se distingue das demais pelos seguintes fatores:
- concepção e valores;
- capital humano e desempenho;
- planejamento e seus resultados;
- liderança e lucratividade.
O investimento em inovação fará parte do planejamento das pequenas e médias empresas. “Hoje, as empresas americanas e alemãs estão em um patamar mais avançado, pois se preocupam com processos e produtos inovadores”, explica Dariane Castanheira, professora e consultora do Programa de Capacitação de Empresas em Desenvolvimento (PROCED/FIA).
 Ela acredita que estes negócios continuarão sendo o motor da economia brasileira, contribuindo para o PIB do país. Investir em capacitação empresarial, melhorando a rentabilidade do negócio e planejando mais, vai ajudar a focar em inovação cada vez mais.
1. Clientes mais exigentes
Os níveis de exigência dos próprios clientes e consumidores farão com que o mercado das pequenas e médias empresas evolua ciclicamente e constantemente. “Imagino que estejamos caminhando, embora lenta e tardiamente, para que na próxima década haja um processo de amadurecimento e profissionalização das PMEs”, afirma Maximiliano Tozzini Bavaresco, consultor da SONNE Branding.
Para ele, o acesso à informação e ao conhecimento por parte dos empreendedores que estão adquirindo cultura tanto acadêmica quanto empresarial e o acesso a mercados fornecedores e compradores internacionais que demandam das pequenas os mesmos padrões de controle e garantias das multinacionais são alguns fatores que impulsionarão a evolução dos negócios. “Se o empreendedor não evoluir, a organização não evoluirá”, diz Bavaresco.
Além disso, ele acredita em um ambiente cada vez mais inóspito para o improviso, a informalidade e a falta de planejamento e estruturação.
2. Mais foco no negócio
No futuro, as pequenas e médias empresas se ocuparão mais com seu core business e provavelmente a grande maioria não terá áreas contábil e administrativa, afirma Edison Kalaf, professor de inovação e empreendedorismo da Business School São Paulo (BSP). O professor explica que esse movimento já existe atualmente, mas o custo da terceirização de alguns serviços ainda é alto. Ele prevê que os empreendimentos terão mais acesso à tecnologia e contarão com uma mão de obra mais qualificada também.
3. Planejamento na veia
Inovação, gestão e planejamento serão as palavras da vez, segundo Bruno Caetano, diretor do SEBRAE/SP. “A pequena empresa do futuro está absolutamente conectada com a inovação e será acostumada a fazer planejamento com ciclos mais curtos”, diz.
O planejamento passa a ganhar mais espaço no dia a dia do empresário, com métricas e ferramentas que ajudam a medir o desempenho do negócio. “Ele vai ter comando da gestão, saber o grau de inovação, o que está acontecendo, onde melhorar e onde buscar ajuda, e cada vez mais conectado à internet, que vai ajudar a conquistar mercados maiores”, explica.
4. Mais colaboradores, menos funcionários
A mudança principal, para Marcio Santos Filho, associado da Inseed Investimentos, está nas relações entre empregador e empregados. “O conceito de funcionário não vai mais existir. Vai passar a ser colaborador. Empregado vem, trabalha e vai embora. O colaborador tem um ‘que’ de dono. É tendência os colaboradores se sentirem cada vez mais donos”, diz. Além disso, a mobilidade deve evoluir para cada vez mais gente trabalhar de casa.
Nas últimas décadas as estruturas empresarias foram totalmente modificadas pela globalização da economia e mais ainda pela competitividade entre as organizações, gerando novas relações entre consumidores e empresas. Consequentemente, as empresas modernas não podem mais suportar rígidas estruturas organizacionais com hierarquia e organograma inflexíveis.
Tudo isso fez surgir uma forte mudança no conceito da “chefia”, onde o superior imediato atual se tornou um líder; ou seja, um motivador, um incentivador de ideias, de pessoas e de criatividade. Por outro lado, a fim de poder concorrer em condições de igualdade, a organização atual necessita ser ágil e “enxuta”. Ela terá que contar com o comprometimento dos funcionários, sem acenar com os mitos de outrora como estabilidade no emprego e condições de conforto exagerado.
Dessa forma, os colaboradores têm que ser motivados através de estratégias profissionais, trazendo resultados para a organização e para isso eles têm que estar bem informados em temas como administração e metas da própria empresa.
As organizações brasileiras passaram por três fases distintas, onde a primeira foi superada no início dos anos oitenta com a reestruturação e pesados cortes de funcionários. A segunda – anos 90 – é a “arrumação da casa”, onde a organização motivava os “sobreviventes” ao downsizing, à terceirização e aos cortes gerais.
A terceira fase – que estamos vivenciando – é a do aumento da qualidade de vida no trabalho e para tal o líder deve estar preparada para novas posturas, tais como:
Características Pessoais: o novo Líder deve saber lidar com as pessoas a fim de dar andamento aos projetos e buscar novas soluções a antigos problemas. Ele deverá saber compartilhar suas decisões, buscando o comprometimento de todos os colaboradores. Além disso, o novo Líder deve ser um generalista a fim de dominar o maior leque possível de temas administrativos.
Postura Pessoal: manter-se como parte integrante da sua equipe, conhecendo seu pessoal em profundidade, seu potencial e suas limitações. Deve saber cobrar resultados dentro das metas pré-estabelecidas, tornando-se um patrocinador de ideias e multiplicando conhecimentos.
Seleção de Novos Colaboradores: analisar currículos considerando os resultados obtidos em empresas anteriores.
Informação: saber que vivemos a “era do conhecimento” e quanto mais informado (e culto) ele for, mais ele poderá contribuir para o desenvolvimento da organização. Compartilhar informações com superiores e subordinados.
Qualidade: buscar sempre o que está errado e não quem está errado.
Motivação: saber elogiar e valorizar seus colaboradores a fim de que eles produzam mais e melhor. Acreditar que a permanente reciclagem motiva a equipe e aumenta a produtividade.
Participação: utilizar métodos modernos de avaliação do desempenho, aplicando a administração participativa e incentivando ideias de seus colaboradores.
JULIO CESAR S. SANTOS
Professor, Consultor, Palestrante e Co-Autor do Livro: “Trabalho e Vida Pessoal – 50 Contos Selecionados”. Elaborou o curso de “Gestão Empresarial” e atualmente ministra Palestras e Treinamentos Sobre Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente, Secretariado e Recursos Humanos. Contatos: jcss_sc@click21.com.br (21) 2233-1762 / (21) 9423-9433 / www.profigestao.blogspot.com
Curitiba, 14/mar/18
Maria M. Prybicz
Autonomia em Consultoria, Professora SEED, Trabalhou desde empresa privada a pública, atualmente trabalha em empresa particular- www.partsmix.com.br.
- "O saber evidencia-se pela demonstração do fazer correto".

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

PEQUENO NO BRASIL..., SOMENTE OS BIQUINIS!
E, assim continuamos com nosso imenso País, continental...
O Brasil é um gigante em suas dimensões geográficas. Só o estado de São Paulo equivale à Espanha em número de habitantes. É enorme a sua floresta, sua biodiversidade, sua quantidade de água doce (cerca de 20% do total mundial) e suas abundantes colheitas. Tudo aqui cresce rápido. Deixem um terreno baldio e, em pouco tempo, terá se transformado em bosque. É enorme o número de sindicatos (17.000) e de pessoas com foro privilegiado (33.000), de templos evangélicos (220.000) e de denominações religiosas (20.000). Existe até a Igreja Evangélica Pentecostal do Cuspe de Cristo.
São volumosas suas carências sociais. Falta moradia para oito milhões de famílias que se amontoam nas favelas. Treze milhões de pessoas estão sem trabalho. Cerca de 60% da população adulta é analfabeta funcional, e 30% dos jovens que entram na universidade têm dificuldade para entender um texto. Todo ano, um milhão de crianças abandonam a escola. Ao mesmo tempo, o Brasil possui uma robusta e moderna tecnologia. Exporta até aviões.
É grande também a força da criatividade dos jovens brasileiros. É imensa a dor de milhões de cidadãos e quase infinito o seu desejo de felicidade, assim como a sua extraordinária e invejável capacidade de fazer frente às dificuldades da vida. E são assim, sem limite, sua simpatia e seu amor pela festa.
Pequenos, no Brasil, só encontrei os biquínis e a falta de generosidade desses poucos que acumulam a maior parte da riqueza do país. O Brasil, com todas as suas contradições e corrupções, é essa enormidade que se deixa amar facilmente e que acaba nos conquistando.
Fonte: Juan Arias
Ctba, 01/fev/18
Maria Prybicz

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

ELEIÇÕES COMPROMETIDAS PARA ESTE ANO DE 2018
País profundamente dividido e sem expectativas de que essa divisão seja superada no curto prazo!
Os militantes do PT não estavam sozinhos em Porto Alegre, onde grandes medidas de segurança foram adotadas. 
Em outras partes da cidade, membros de grupos que se opõem a Lula também se manifestaram para pedir sua condenação. 
Os defensores e delatores voltarão às ruas da cidade nesta quarta-feira, enquanto os protestos de ambos os lados se repetirão em outros pontos do país. 
Em São Paulo é até possível que os dois lados se encontrem na Avenida Paulista. Outro dos vários simbolismos que encerra esse julgamento, que é muito mais do que um julgamento: o de um país profundamente dividido e sem expectativas de que essa divisão seja superada no curto prazo.


Fonte: El País
CTba, 24/jan/18
Maria Prybicz 

sábado, 2 de dezembro de 2017

1 TEMA: PARA O EQUILÍBRIO DAS FINANÇAS PESSOAIS
2 OBJETIVOS
2.1 Geral
Como na nossa comunidade as pessoas têm famílias média e vivem com um salário mais ou menos de um salário de médio a bom, é de suma importância saber como aplicar esse valor, assim precisam saber mais sobre a economia financeira, que vai além de apenas se priva de comprar alguns objetos, mas também primar pelo mais importante para nossas vidas! Saber poupar, como aplicar o dinheiro e se possível sempre comprar à vista e em muitos casos fazer financiamento com melhores taxas de juros, o que resulta em sobrar muito mais para futuras aplicações, ou seja, da melhor maneira de investir.
2.2 Específicos
Saber a melhor maneira de aplicar o dinheiro.
Outra maneira de obter alguma renda extra é aplicar alguns recursos no mercado de capitais. Aí também o risco pode ser grande se não houver experiência da pessoa a ser ovos numa mesma cesta, isto é, diversificar os investimentos em variados fundos e/ou empreendimentos. Pode-se aplicar também em tesouro direto para aqueles que tem uma reserva financeira, uma aplicação em títulos do governo, seu rendimento é superior ao da poupança, rende de 12% a 25% ao ano com liquidez diária e em caso de emergência a liquidez é imediata com os rendimentos. Também temos RDC - Recibo de Depósito Cooperativo, tem liquidez diária e tem lastros nos papéis/fundos de renda fixa. Tem rendimento acima da poupança, porem quanto o maior prazo aplicado o IR e IOF é menor. Existe tembem LCI (letras de crédito imobiliário) e LCA (letras de credito do agronegócio), porem o mínimo a ser aplicado tem que ser 30 e 50 mil respectivamente!
A melhor forma de investi-lo.
Expandir o conhecimento sobre o assunto com leituras que existem no mercado financeiro e também:.
- Faça um orçamento mensal e relacione uma lista de receitas e despesas;
- Determine um percentual de renda a ser poupado e investido;
- Pesquise antes de comprar, veja os melhores preços e ser for financiar verifique se esta alternativa é viável com relação aos juros, senão procure comprar à vista porque com os juros que irá pagar pelo financiamento daria para comprar 2 produtos dos quais você tem interesse;
- Negocie descontos nos preços para pagamento à vista, cuidado com cheques pré-datados e cartões de crédito;
- Só assuma compromissos que possa pagar em dia, evite prazos, juros e multas.
ENDIVIDAMENTO
Pesquisas revelam que existem longevos de 60+ com dívidas principalmente nos consignados, e estão em situação de inadimplência. Nestes casos a melhor maneira é renegociar a divida. Buscar juros menores e rever os orçamentos individuais. Buscar créditos de baixo custo.
CONSUMO CONSCIENTE RESPONSÁVEL
Também é um desperdício de nossos recursos, são recursos finitos, portanto consumidor compulsivo, o que compra pelo apelo da mídia acaba sendo sem utilidade alguma e acaba indo parar no lixo!
3 JUSTIFICATIVA
Esse projeto é uma exigência do Curso 60+ , que está sendo realizado no SESI pelo Coordenador Rafael Sanches Neto, Marília e Mariam. Para termos mais conhecimento sobre como administrar nosso próprio dinheiro, o que no futuro possa nos ajudar ,
4 PLANO DE AÇÃO
4.1 Duração: Até fevereiro de 2018.
4.2 Metas e Ações
Meta: Promover a inclusão social a atividades práticas do Grupo 60 + .
Ação: Viagens de estudo, integração entre os longevos 60 +.
Meta: Ter conhecimento do estilo de vida da comunidade a que estão inseridos os
longevos 60 +.
Ação: Enquetes e questionários.
Meta: Divulgação das atividades realizadas pelo grupo.
Ação: através do blog do projeto, whatsapp, email e outros.
4.2.2 Metodologia:
Encontros do grupo uma vez por semana para discussão de ideias, aplicação de enquetes, tabulação dados, criação do blog para a divulgação do conteúdo, viagens de estudo e atividades práticas.A partir dos meios tecnológicos disponíveis no SESI, será feito a organização do trabalho desenvolvido pelo grupo de finanças.
5 RECURSOS
Quadro branco, caderno, material impresso, computadores, data show, celular.
6 CRONOGRAMA
Data
Fevereiro
Primeira reunião para definir as estratégias a  realizar:
Criação do blog, pesquisas e publicação.
Pesquisa on- line e atualização do blog.
Enquete, os dados já
Foram tabelados.
Pesquisa.
7 REFERÊNCIA
DESLANDES, Sueis Ferreira. Pesquisa social teoria , método e criatividade.petrópolis,R1:vozes.1994.
PARTICIPANTES DO CURSO 60+:
Maria Madalena Prybicz
Jose Francisco da Silva
Terezinha Soares da Costa
Jose Humberto Damigo

Ctba, 02/dez/17
Maria Prybicz




segunda-feira, 27 de novembro de 2017


"EDUCAR É DESENSINAR COM O PROPÓSITO DE ELIMINAR PRECONCEITOS E INTOLERÂNCIA."
- FRANK H. KNIGHT

- Improvável que a riqueza causada pelos dispêndios governamentais sejam completamente compensados pela riqueza destruída pelos impostos lançados para pagar tais dispêndios! 
- Como se tudo que estivesse envolvido fosse uma simples transação contábil! Onde A é olhado e B esquecido, resumindo-se nas classes econômicas de uma nação!
Fonte: Henry Hazlitt




segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PRAXEOLOGIA (TEORIA DA AÇÃO)

SAY escreveu: 

"Um tratado sobre economia política estará... confinado a enunciação de uns poucos princípios, que sequer precisam ser sustentados por provas ou ilustrações; pois eles não serão nada além da expressão daquilo que todo mundo conhecerá, organizado de uma forma conveniente para compreendê-los, assim como em seu escopo integral e suas relações". "E a economia política... sempre que os princípios que o constituem suas bases forem as reduções rigorosas de fatos comuns inegáveis, estará baseada sobre uma fundação imóvel".

O incontestável axioma da ação! Conclui-se que determinado sujeito quando toma uma decisão é irreversível e pode gerar lucro e/ou prejuízo mas, pela matemática fazemos a análise do resultado para que não ocorra aquele que não queremos, ou seja, se não queremos prejuízo, faremos cálculos para evitá-lo!

Ctba, 16/out/17
Maria Prybicz

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

DISPARIDADES DE RENDA ENTRE RICOS E POBRES!

 DESIGUALDADE BRASILEIRA! 

Todos já sabemos que se não houver uma resolução quanto à desigualdade de renda no Brasil, o País não será desenvolvido e muito menos sustentável nos próximos anos e quiçá nos próximos séculos! 

Muitos já falaram e continuam alertando os nossos dirigentes e/ou administradores sérios do Brasil mas, o que está parecendo é uma utopia, ou estão fazendo de conta que isso não vai afetá-los! 

Economistas renomados constataram essa disparidade com relação a diferença de renda entre os mais ricos e os mais pobres! 

A pirâmide social com um gargalo enorme entre um e outro!

Brasil não cresce se não reduzir sua desigualdade, diz Thomas Piketty! 

 - Me parece obvio o que diz este economista na atualidade quando que, outros já falaram incessantemente! 

 Ctba, 28/set/17

 Maria Prybicz

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A FUNDAÇÃO CERTI - CENTRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIAS INOVADORAS - ORGANIZAÇÃO PRIVADA, INDEPENDENTE E SEM FINS LUCRATIVOS - SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS INTEGRADAS PARA INOVAÇÃO EM PRODUTOS E PROCESSOS! Universidades com integração para Economia Verde; Convergência Digital; Instrumentação e Testes; Manufatura Avançada; Planejamento, Controle e Garantia de Qualidade; Energia Sustentável; Metodologia e Avaliação da Conformidade; Empreendedorismo Inovador; Mecatrônica - Sistema Inteligentes; Sistemas Embarcados; Processos e Produtos. Desde 1984, atua em pesquisa aplicada, desenvolvimento de produtos e processos inovadores, empreendedorismo e serviços tecnológicos, com reconhecimento nacional e internacional. Fonte:Fundação CERTI Curitiba, 25/set/2017 Maria Prybicz

terça-feira, 29 de agosto de 2017

EMPOBRECIMENTO DA POPULAÇÃO EM PROVEITO DOS BANCOS!
Happy days are back...

Está surgindo nos últimos meses de 2017 um conjunto de estudos a respeito de como se perdeu a oportunidade. A crise poderia ter gerado uma volta a uma certa regulação ao ordenamento do sistema financeiro. O que aconteceu é que, de um lado, essa bolha financeira gerada pelos grandes bancos teve seu buraco compensado com dinheiro público – cerca de 4 trilhões de dólares nos Estados Unidos e outros tantos na Europa – que normalmente seria destinado a investimentos em infraestrutura, políticas sociais, saúde, educação e outras do gênero, mas foi desviado para bancos. Esse cenário possibilitou a criação da política de austeridade, que promove um empobrecimento da população em proveito dos bancos.

Nesse movimento se geraram tensões políticas, mas apenas embriões de uma possível volta a uma política de regulação. Nos Estados Unidos, se negociou a lei Dodd-Frank, que substitui a lei que assegurou a estabilidade financeira durante 30 anos no pós-guerra, a Glass Steagall. Logo no início da crise em 2008, se avançou com essa regulamentação, e assim que os bancos voltaram a ter os bolsos cheios e a situação se tranquilizou, com as populações aceitando a tal da austeridade, começaram a liquidar a lei Dodd-Frank e se voltou ao sistema de caos financeiro de hoje. Saiu essa semana um estudo sobre fraudes financeiras dos grandes bancos, como as praticadas pelo Bank of America. As multas que eles têm que pagar por fraudes e atos do gênero chegam a 340 bilhões de dólares. Esse é o nível da fraude. Estão se sentindo à vontade de novo, eles mesmo dizem: “happy days are back”.

Brasil, o país já tinha liquidado a regulação financeira que estava no artigo 192 da Constituição Federal de 1988 e limitava os juros e os processos especulativos. Esse artigo foi liquidado por meio de uma PEC em 1999 e uma emenda constitucional em 2003. Não se aproveitou a oportunidade de por ordem no sistema.

Esse crime só compensa, como gera um poder suficientemente grande para que esses processos se tornem legais. Por exemplo, de toda essa gente que criou esse caos a partir de 2008, ninguém foi preso. Eles são fortes o bastante para criar um sistema jurídico paralelo, com acordos pelos quais as empresas pagam uma multa para a qual já fizeram provisão. Sabem que estão fazendo errado, pagam, mas não obrigados a reconhecer culpa. Ninguém é preso. Pagam a multa e continuam no mesmo processo. No nível mundial, temos o Bank of America, o Deutsche Bank, o Barclays, Morgan, todos os grandes bancos estão nesse processo. Eles têm força para dobrar a legalidade.
Por Ladislau Dawbor

Ctba, 29/ago/17
Maria Prybicz

sábado, 26 de agosto de 2017

DESIGUALDADES ECONOMICAS, CULTURAIS E IDEOLÓGICAS!

Somos analfabetos políticos e a primeira lição é ter vergonha na cara diante das desigualdades. Existe vida digna muito além dos Jardins, meu caro comandante da Rota, se é que o sr. me entende.
(Xico Sá)

Ctba, 26/ago/17
Maria Prybicz

Quem sou eu

Minha foto
Economista/Professora/Escritora de Blog e outros; Disciplina: Gestão de Negócios; - Autonomia em Consultorias em Geral.